Há 10 anos, em 1999, um suiço, Samy Liechti, teve uma ideia inusitada. Ele trabalhava sempre de terno, gravata, camisa social branca, sapatos pretos e meias pretas. Frequentemente abria a gaveta das meias e descobria que os pares estavam rotos ou furados. Daí resolveu criar um site que vende assinatura de um único produto: meias pretas. Batizou a ideia de “Sockscription” .
O sucesso foi imediato. Em 2006 o site Black Socks faturou mais de dois milhões de dólares com o negócio! O assinante do site paga uma taxa anual para receber meias pretas regularmente. A frequência varia de acordo com a necessidade de cada um.
Simone Roitman.
Gostou do blog?
É isso aí, as pessoas que sabem CRIAM oportunidades, os outros fica só reclamando que a crise é braba!
Adorei esta estória por ser tão inusitada!
Eu tive uma paciente velhinha há 30 anos que me falou que trabalhava no Rio, no centro ( Rua Sete de setembro?), numa tal , se não me engano,”Casa das Rendas -ou tecidos-Negras” que (pasme!) era especializada em roupas pretas para enterros, quando usava-se somente luto fechado.
Eles tinham modelos já pré-moldados para o defunto e família e as moças da época trabalhavam a noite toda no tecido preto com linha preta para vestir a família enlutada para o enterro.A senhora em questão viveu deste ofício por muitos anos.Ela tinha uns 90 anos quando me contou!
Disse-me que, de tanto trabalhar em tecido preto com linha preta, teve diminuição da visão.